5 Atitudes que Deus Ama, Segundo a Bíblia (a 5ª Vai te Surpreender)
Você já parou para pensar: “Como posso realmente fazer Deus feliz?” Ou já se perguntou: “Como viver de uma maneira que toque o coração de Deus de forma profunda?” Eu sei, às vezes parece complicado, mas acredite, não é! Muitas vezes pensamos que agradar a Deus exige algo grandioso, algo difícil de alcançar. Mas a verdade é que Ele se alegra com atitudes simples, mas poderosas, que podemos praticar no nosso dia a dia. E sabe o melhor de tudo? A Bíblia nos ensina exatamente o que são essas atitudes! Não são apenas “obrigações religiosas”, mas algo muito mais profundo: elas mostram o quanto queremos estar perto de Deus, o quanto desejamos viver de acordo com o Seu coração.
Agora, imagina a sua vida como um jardim. Um lugar onde você planta boas sementes, cuida delas com carinho e vê tudo florescer ao longo do tempo. Assim como no jardim, a nossa vida espiritual precisa de cuidados constantes. Luz, água, atenção… são essas coisas que ajudam o jardim a crescer forte e bonito. E com nossa vida não é diferente. Quando cultivamos as atitudes certas, nossa vida se torna mais rica, mais plena, mais alinhada com Deus.
Mas tem algo importante aqui: muitas pessoas já sabem de algumas dessas atitudes. Porém, tem uma em especial – a quinta – que muita gente acaba deixando passar. E essa atitude, que parece simples, pode transformar tudo à sua volta. Como uma plantinha esquecida no canto do jardim, que, quando regada, faz toda a diferença. Quer saber qual é essa atitude que pode transformar a sua vida? Então continue com a gente!
Mas antes de seguir, apenas confere se você já está inscrito no canal, porque aqui eu vou trazer uma série de vídeos que vão realmente transformar a sua vida! Vamos aprender juntos, de maneira simples, mas profunda, como agradar a Deus? Se você está pronto para essa transformação, vem comigo!
A primeira atitude que alegra o coração de Deus é ter uma fé inabalável.
Não estamos falando de acreditar só quando tudo está fácil ou quando dá vontade. É sobre uma confiança profunda, que guia cada pedacinho da nossa vida. A Bíblia explica isso em Hebreus 11,6: “Sem fé é impossível agradar a Deus. Porque é necessário que quem se aproxima de Deus creia que Ele existe e que recompensa aqueles que O buscam.” E essa é só a primeira de muitas atitudes incríveis que vamos compartilhar.
Você sabia que a Bíblia diz que “sem fé é impossível agradar a Deus”? Esse versículo não está apenas dizendo que a fé é importante – ele é bem direto: sem fé, a gente não consegue agradar a Deus de jeito nenhum! Agora, para e pensa na força dessa afirmação. De todas as coisas boas que podemos fazer, de todas as qualidades que podemos desenvolver, a fé é a mais essencial. Mas o que exatamente é essa fé que agrada tanto a Deus?
Não estamos falando de uma fé “às cegas” ou sem sentido. A fé que Deus ama é uma confiança profunda e inabalável n’Ele. É acreditar de verdade que Deus é quem Ele diz que é e que Ele sempre cumpre Suas promessas, mesmo quando tudo à nossa volta parece dizer o contrário. É aquela certeza de que, por mais que as coisas não façam sentido no momento, Deus está no controle e sabe o que faz.
Ter esse tipo de fé muitas vezes nos desafia. Não é sobre ficar no lugar seguro ou confortável. É sobre dar passos que parecem arriscados, confiando que Deus está ao nosso lado em cada decisão, mesmo que os resultados não apareçam de imediato. É como plantar uma semente: você não vê o fruto na hora, mas acredita que, no tempo certo, ele vai brotar.
Quer um exemplo incrível de fé? Olhe para a vida de Abraão, o “amigo de Deus”. Ele tinha uma confiança tão grande que foi capaz de fazer algo inimaginável: oferecer seu filho Isaque, o filho da promessa, como sacrifício. Por quê? Porque Abraão acreditava que Deus poderia até mesmo ressuscitar Isaque, se fosse necessário, para cumprir o que tinha prometido. Hebreus 11,17-19 fala sobre isso. Dá para imaginar? Abraão esperou décadas pela promessa de Deus e, ainda assim, estava disposto a entregá-la de volta, acreditando que Deus tinha um plano perfeito.
Essa fé corajosa e confiante tocou profundamente o coração de Deus. Isso nos ensina algo muito importante: a fé não é sobre entender tudo ou ter todas as respostas. É sobre confiar plenamente n’Aquele que nunca falha.
Assim como Abraão se tornou o pai de muitas nações, ele também se tornou um exemplo poderoso de fé para todas as gerações que vieram depois dele. Mas veja bem, o caminho de Abraão não foi nada fácil! Ele enfrentou lutas e dúvidas, como qualquer pessoa. Ainda assim, em cada momento decisivo, ele escolheu confiar em Deus. E sabe o que aconteceu? Deus honrou essa fé de maneiras que Abraão nem poderia imaginar.
A história de Abraão nos ensina algo muito importante: agradar a Deus muitas vezes significa confiar n’Ele além do que nossos olhos conseguem enxergar ou nossa mente consegue entender. É aquele tipo de fé que nos leva a caminhar por territórios desconhecidos, acreditando que Deus já preparou tudo à nossa frente e que Ele estará conosco em cada passo.
Outro exemplo incrível de fé que agrada a Deus é o de Noé. Imagine como foi para ele construir uma arca gigantesca em um lugar onde nunca havia chovido! As pessoas ao seu redor provavelmente riam dele, achavam que ele era louco. Mas Noé não desistiu. Ele confiou na palavra de Deus e trabalhou ano após ano, década após década, mesmo sem ver nenhum sinal de chuva. Sua fé foi tão forte que ele foi chamado de justo e fiel a Deus (cf. Gênesis 6,9).
Noé nos ensina que fé é persistência. Não é apenas acreditar por um momento ou quando é conveniente, mas confiar continuamente na palavra de Deus, mesmo quando parece que nada está acontecendo. Hebreus 11,7 destaca que, por sua fé, Noé se tornou herdeiro da justiça. Isso mostra que, quando confiamos em Deus, mesmo em situações que parecem absurdas, Ele cumpre Suas promessas e nos recompensa de formas grandiosas.
Hebreus 11,7 nos diz: “Pela fé, Noé, avisado sobre coisas que ainda não se viam, foi movido por santo temor e construiu uma arca para salvar sua família. Por essa fé, ele condenou o mundo e se tornou herdeiro da justiça que vem da fé.” E foi exatamente isso que aconteceu! A fé de Noé não apenas garantiu a salvação de sua família, mas também o fez herdeiro da promessa de Deus e instrumento de justiça para o mundo.
Agora, imagine o que Noé enfrentou. Ele passou anos ouvindo críticas, zombarias e suportando as dúvidas de quem estava ao seu redor. Mas, mesmo assim, ele permaneceu firme porque confiava plenamente na palavra de Deus. Essa é a fé que agrada a Deus: uma fé que persiste mesmo quando os resultados parecem distantes e que não desiste, mesmo diante de oposição.
A história de Noé nos ensina algo muito valioso: agradar a Deus pode significar ir contra a maré da opinião pública. Nem sempre será fácil, mas quando confiamos n’Ele, sabemos que cada passo tem um propósito e que a recompensa será muito maior do que imaginamos. Colocar a palavra de Deus acima de todas as outras vozes ao nosso redor é um tipo de fé que nos move a agir, mesmo quando tudo parece impossível aos olhos humanos.
O mais bonito disso tudo? A fé que agrada a Deus não é exclusiva de grandes heróis da Bíblia. Deus se alegra com a nossa fé diária – aquela confiança simples, mas firme, que acredita que Ele vai suprir nossas necessidades e nos sustentar, mesmo em meio às tempestades da vida.
Um exemplo impressionante dessa fé está na história do centurião romano. Esse homem acreditava tanto no poder de Jesus que disse: “Senhor, eu não sou digno de que entres em minha casa, mas dize uma só palavra, e o meu servo será curado” (Mateus 8,8). Jesus ficou tão admirado com a fé dele que disse: “Em verdade vos digo, nunca encontrei em Israel alguém que tivesse tanta fé” (Mateus 8,10). Pense nisso: o centurião era um gentio, alguém que nem fazia parte do povo de Deus, mas sua fé surpreendeu Jesus!
O que aprendemos com essa história? Que a fé que agrada a Deus não depende de nossa origem, de nosso conhecimento ou da nossa história religiosa. Ela vem de um coração confiante e humilde, disposto a acreditar plenamente no poder e na bondade de Deus. O centurião reconheceu suas limitações e colocou toda a sua confiança em Jesus, e isso agradou profundamente ao Senhor.
Outro exemplo poderoso é o da mulher que sofria de hemorragia há 12 anos. Ela já havia gastado tudo o que tinha com médicos e nenhum deles conseguira curá-la. Mas, mesmo em meio ao desespero, sua fé permaneceu inabalável. Ela acreditava que, se apenas tocasse na borda do manto de Jesus, seria curada. E foi exatamente o que aconteceu! Em meio a uma multidão, ela tocou em Jesus e foi curada instantaneamente. Jesus percebeu e disse: “Filha, a tua fé te salvou; vai em paz e fica curada do teu mal” (Marcos 5,34).
Essas histórias nos mostram que a fé que agrada a Deus não precisa ser grandiosa aos olhos humanos. Pode ser simples, mas deve ser sincera. É uma fé que nos leva a agir, que nos move a confiar e que nos aproxima cada vez mais de Deus. Seja como Noé, o centurião romano ou a mulher que tocou no manto de Jesus, nossa fé tem o poder de transformar nossa vida e tocar o coração de Deus. E o mais incrível? Essa fé está ao alcance de todos nós.
Agora, pense na coragem dessa mulher que sofria de hemorragia. Ela arriscou tudo: sua reputação, sua segurança e até mesmo sua vida, porque acreditava no poder de Jesus. Imagine a pressão que ela enfrentou, as dúvidas que poderiam tê-la feito desistir, mas mesmo assim, ela perseverou. Essa história nos ensina que a fé que agrada a Deus muitas vezes exige ações ousadas e corajosas. Não é uma fé passiva, que apenas espera, mas uma fé que se move, que busca incansavelmente a Deus, acreditando no Seu amor e no Seu poder.
O exemplo dessa mulher também nos mostra algo muito importante: agradar a Deus pode significar não desistir, mesmo quando tudo parece estar contra nós. É continuar persistindo, mesmo nos momentos de maior dificuldade, porque confiamos que Deus está no controle e tem compaixão por nós.
Antes de seguir em frente, pare um instante e reflita: que tipo de fé você está praticando hoje? Será que é uma fé que te desafia, que te tira da zona de conforto e te faz confiar em Deus, mesmo quando as coisas parecem difíceis? Lembre-se: Deus se alegra com a nossa confiança n’Ele, mesmo nos pequenos momentos do dia a dia.
Se você deseja fortalecer sua fé, escreva nos comentários: “Deus, eu quero ter a fé que Te agrada!” Glória a Deus por isso!
Agora, vamos avançar para a segunda atitude que agrada ao coração de Deus: a obediência que nasce do amor.
Segunda Atitude: A obediência que nasce do amor
Essa obediência não é forçada, nem movida pelo medo. É uma obediência que brota de um coração cheio de amor e gratidão. Jesus explicou isso de forma muito clara quando disse: “Se me amais, guardareis os meus mandamentos” (João 14,15). Com essas palavras, Ele mostrou que o amor por Deus e a obediência caminham juntos.
E aqui está algo muito importante: essa obediência não é sobre seguir uma lista de regras de forma fria ou mecânica. Não! É o reflexo de um coração transformado pelo amor de Deus. Quando obedecemos a Ele por amor, estamos dizendo: “Senhor, eu Te amo tanto, confio tanto em Ti, que quero alinhar minha vida com o Teu propósito.”
Essa obediência amorosa é uma resposta ao amor que Deus nos deu primeiro. Nós reconhecemos que Seus mandamentos não são um peso, mas sim um presente. Eles são diretrizes que nos levam a uma vida plena, cheia de significado, propósito e alegria. Quando obedecemos a Deus com amor, percebemos que Ele nos pede coisas que são para o nosso próprio bem – para nos proteger, nos guiar e nos fazer crescer.
Essa obediência, como vemos ao longo da Bíblia, é sempre recompensada. Pense, por exemplo, em Maria, a Mãe de Jesus, que respondeu ao chamado de Deus com um “sim” pleno e incondicional: “Eis aqui a serva do Senhor; faça-se em mim segundo a tua palavra” (Lucas 1,38). A obediência de Maria não foi movida por medo ou obrigação, mas por um amor profundo e confiante. Ela é o maior exemplo de obediência que nasce do amor, nos ensinando a confiar no Senhor, mesmo quando não entendemos completamente os Seus planos.
Como viver a obediência amorosa no dia a dia?
Essa obediência começa nas pequenas escolhas diárias: escolher ser honesto, ajudar o próximo, perdoar quem nos feriu e buscar viver de acordo com os ensinamentos de Cristo. E sabe o que é mais incrível? Quanto mais obedecemos a Deus por amor, mais descobrimos que a verdadeira liberdade está em seguir a Sua vontade. Não é algo pesado ou difícil, mas um caminho que nos leva a uma vida cheia de paz, alegria e propósito.
Seja como a mulher que tocou o manto de Jesus, como o centurião que confiou na Sua palavra, ou como Maria, que entregou sua vida a Deus com um “sim”. A obediência que agrada a Deus nasce do amor e da confiança, e é isso que transforma a nossa vida e o nosso relacionamento com Ele.
Então, que tal parar por um momento e pedir a Deus que te ajude a crescer nessa obediência amorosa? Reze:
“Senhor, ajuda-me a obedecer-Te com o coração cheio de amor e confiança. Que minha obediência seja um reflexo do Teu amor por mim. Amém.”
Essa forma de obediência transforma o que poderia ser um simples dever em um ato de adoração genuína. Quando escolhemos obedecer a Deus, estamos mostrando de forma concreta nossa devoção e amor por Ele. Obedecer a Deus não é um fardo, mas uma expressão de confiança e de entrega a Ele.
Um exemplo incrível dessa obediência amorosa é o do profeta Samuel. Desde criança, Samuel aprendeu a ouvir e obedecer à voz de Deus. Quando Deus o chamou pela primeira vez, ele respondeu com humildade: “Fala, Senhor, porque o Teu servo está ouvindo” (1 Samuel 3,9). Essa disposição de ouvir e obedecer a Deus marcou toda a vida de Samuel.
Anos mais tarde, quando ele confrontou o rei Saul, Samuel disse algo muito importante: “Acaso o Senhor tem tanto prazer em holocaustos e sacrifícios quanto em obedecer à Sua palavra? Obedecer é melhor do que sacrificar” (1 Samuel 15,22). Isso nos ensina que Deus valoriza mais a nossa obediência de coração do que qualquer ritual ou gesto externo. Ele quer que nossa obediência venha do amor, e não de uma obrigação.
Lembre-se: obedecer a Deus por amor é uma forma de dizer “sim” ao plano d’Ele para a nossa vida. É uma atitude que agrada profundamente ao coração do Pai. Então, que tal pedir hoje: “Deus, me ensine a obedecer com amor e gratidão!”
“Obedecer é melhor do que sacrificar.” (1 Samuel 15,22)
Essa afirmação de Samuel revela uma verdade profunda sobre o que realmente agrada a Deus. Ele não está interessado em rituais vazios ou em gestos religiosos feitos sem significado. O que realmente move o coração de Deus é quando escolhemos obedecer aos Seus caminhos por amor, confiando que Seus mandamentos são para o nosso bem e para o nosso crescimento.
A obediência de Samuel nos ensina que agradar a Deus significa estar atento à Sua voz e disposto a agir conforme Sua vontade, mesmo quando isso vai contra nossas expectativas pessoais ou até mesmo contra as normas da sociedade.
Outro exemplo inspirador de obediência amorosa é a vida de Daniel. Mesmo vivendo no exílio na Babilônia e enfrentando enormes pressões para abandonar sua fé, Daniel permaneceu firme. Quando foi decretado que ninguém poderia orar a qualquer deus além do rei, ele continuou orando três vezes ao dia, como sempre fazia, voltado para Jerusalém (Daniel 6,10). Para Daniel, obedecer a Deus era mais importante do que sua própria segurança ou status. E Deus honrou essa obediência, protegendo-o na cova dos leões e exaltando-o diante do rei e de todo o Império.
A história de Daniel nos mostra que a obediência amorosa a Deus muitas vezes exige coragem. Pode nos colocar em confronto com as normas da sociedade, mas é exatamente nesses momentos de desafio que nossa obediência se torna um testemunho poderoso da fidelidade de Deus.
O exemplo supremo de obediência amorosa, porém, é o de Jesus Cristo. Toda a vida de Jesus foi marcada por uma obediência perfeita à vontade do Pai. Ele mesmo disse: “Desci do céu não para fazer a minha vontade, mas para fazer a vontade daquele que me enviou” (João 6,38). Essa obediência não era forçada ou relutante, mas uma expressão do profundo amor entre Pai e Filho.
A obediência de Jesus chegou ao ponto máximo na cruz. No jardim do Getsêmani, sentindo o peso da crucificação iminente, Ele orou: “Meu Pai, se for possível, afasta de mim este cálice. Contudo, não seja como eu quero, mas sim como Tu queres” (Mateus 26,39). Essa oração revela tanto a humanidade de Jesus, ao sentir o peso do que estava por vir, quanto Sua total obediência, ao submeter-se completamente à vontade do Pai.
A obediência de Jesus não apenas agradou a Deus, mas abriu o caminho para a nossa salvação. Ele nos ensina que obedecer a Deus com amor pode exigir grandes sacrifícios, mas também traz as maiores recompensas que podemos imaginar.
Terceira Atitude que agrada profundamente ao coração de Deus: a adoração genuína e sincera.
Muitas vezes pensamos que adorar a Deus significa apenas cantar hinos na igreja – e sim, isso é uma forma de adoração –, mas a verdadeira adoração vai muito além disso.
A adoração que realmente agrada a Deus é uma atitude contínua de reverência, admiração e louvor que permeia todos os aspectos da nossa vida. É algo que fazemos não apenas com palavras ou músicas, mas com ações, pensamentos e escolhas diárias. Quando vivemos com o propósito de glorificar a Deus em tudo o que fazemos, essa é a verdadeira adoração que toca o coração do Pai.
Você já parou para pensar no que significa realmente adorar a Deus? Não é só ir a um lugar especial ou seguir um ritual, mas algo que vem lá do fundo do coração. Jesus explicou isso de uma forma muito linda quando conversou com uma mulher samaritana. Ele disse: “Está chegando a hora, e já chegou, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade. São esses que o Pai procura” (João 4,23).
Sabe o que isso quer dizer? Que Deus não quer só palavras ou gestos. Ele procura pessoas que O amem de verdade, com todo o coração, que sejam sinceras e que entreguem tudo a Ele. Adorar em espírito e em verdade significa se entregar completamente a Deus, viver de forma autêntica e genuína, não apenas externamente, mas também com a sinceridade do nosso coração.
A verdadeira adoração não é apenas um momento isolado durante a Missa ou um gesto de culto, mas uma atitude que deve permear todos os aspectos da nossa vida. Cada escolha, cada ação e até mesmo cada pensamento pode ser um ato de adoração, quando feito com o propósito de agradar a Deus e glorificá-Lo. E é isso que agrada ao coração do Pai: um coração dedicado à adoração verdadeira, em espírito e em verdade.
Adorar a Deus é como responder ao amor imenso que Ele tem por nós. Um exemplo incrível disso foi o Rei Davi. Ele era chamado de “um homem segundo o coração de Deus” (1 Samuel 13,14; Atos 13,22). Davi não adorava a Deus apenas em momentos especiais, como em uma cerimônia ou no templo. Ele adorava em todos os momentos da vida!
Um dia, ele ficou tão feliz porque a Arca da Aliança, que representava a presença de Deus, estava voltando para Jerusalém, que ele começou a dançar com todas as suas forças. Davi não se importou com o que as pessoas iam pensar, nem com o fato de ser um rei. Ele só queria celebrar a presença de Deus de todo o coração. Essa história está em 2 Samuel 6,14, e nos mostra como Davi adorava a Deus com sinceridade e alegria.
Mas a adoração de Davi não se limitava à dança. Ele também expressava sua adoração a Deus através de muitos salmos, que são como músicas e orações cheias de sentimentos. Nos salmos, Davi louvava a Deus em momentos felizes, mas também abria o coração nos momentos difíceis. Quando estava triste ou enfrentando problemas, ele falava tudo para Deus com sinceridade. Davi nos ensina que adorar é ser honesto com Deus, mostrando o que sentimos e reconhecendo o quanto O amamos.
A adoração genuína não precisa ser perfeita aos olhos humanos; ela precisa ser sincera aos olhos de Deus. Assim como Davi, podemos adorar o Senhor em momentos de alegria ou tristeza, com palavras, músicas, ou até mesmo com nossas ações diárias. Quando entregamos tudo o que somos e fazemos ao Senhor, isso se torna a verdadeira adoração.
Outro exemplo forte de adoração em meio às adversidades é a história de Jó. Ele perdeu tudo: sua família, sua riqueza e até sua saúde. Mesmo assim, ele escolheu adorar a Deus no meio de todo esse sofrimento. Isso nos mostra que a adoração não é só para os dias felizes. Muitas vezes, é nos momentos mais difíceis que nossa adoração se torna ainda mais especial para Deus.
O que aprendemos com isso? Que a adoração que agrada a Deus é aquela que vem de um coração sincero. É ser autêntico, expressar nosso amor, confiança e reverência em qualquer situação – seja nos momentos de riso ou de lágrimas. Deus se alegra quando somos verdadeiros com Ele, porque Ele nos ama exatamente como somos.
A história de Jó nos oferece uma lição poderosa. Depois de perder tudo o que tinha – sua saúde, seus bens e até seus filhos –, Jó manteve sua fé. Ele declarou com humildade e confiança: “Nu saí do ventre de minha mãe, e nu voltarei para lá. O Senhor deu, o Senhor tirou; bendito seja o nome do Senhor” (Jó 1,21). Mesmo no pior momento de sua vida, Jó escolheu adorar a Deus.
Essa atitude de adoração, mesmo diante das adversidades, mostra uma confiança profunda no caráter de Deus. Jó reconheceu a soberania e a bondade de Deus, mesmo sem compreender por que estava sofrendo tanto. Ele nos ensina que adorar a Deus não depende das circunstâncias boas. Adorar é reconhecer que Deus é digno de louvor em qualquer situação.
Às vezes, agradar a Deus significa escolher louvá-Lo, mesmo quando não temos vontade, porque sabemos que Ele é digno de nossa adoração, independentemente do que estamos passando. É uma declaração de fé que reconhece a soberania de Deus sobre todas as coisas, até mesmo sobre nossos sofrimentos.
A adoração de Jó nos ensina que, mesmo nos momentos mais sombrios, podemos nos voltar para Deus com sinceridade. É nesses momentos que nossa adoração se torna um testemunho poderoso de nossa confiança em Deus e de Sua bondade, mesmo quando não entendemos os Seus caminhos.
Outro exemplo poderoso de adoração verdadeira vem da história de Paulo e Silas. Eles estavam presos injustamente, espancados e em uma situação extremamente difícil. Mas, em vez de ficarem desesperados ou calados, Paulo e Silas oraram e cantaram hinos a Deus, mesmo na prisão (Atos 16,25-34). Isso é uma verdadeira demonstração de adoração! Eles transformaram a prisão em um lugar de adoração, mostrando que a adoração a Deus não depende das circunstâncias ao nosso redor, mas da nossa escolha de louvá-Lo, mesmo quando tudo parece estar contrário.
Esses exemplos nos ensinam que a verdadeira adoração não se cala diante das dificuldades, mas continua a louvar a Deus, reconhecendo Sua grandeza e bondade. Deus se agrada quando louvamos, não importa o que estamos vivendo. Ao fazer isso, mostramos nossa fé n’Ele e Sua capacidade de transformar qualquer situação.
A adoração sincera não apenas agrada a Deus, mas também pode transformar vidas e situações. Um exemplo maravilhoso disso é a história de Paulo e Silas. Quando eles estavam na prisão, injustamente presos e feridos, eles não reclamaram ou desistiram. Em vez disso, começaram a orar e a cantar hinos de louvor a Deus (Atos 16,25-34). E sabe o que aconteceu? Deus realizou um milagre: um terremoto abriu as portas da prisão e, além disso, o carcereiro e toda a sua família foram salvos! Essa história nos mostra que a adoração verdadeira alcança o coração de Deus e tem o poder de transformar até mesmo os momentos mais difíceis.
A lição que aprendemos com Paulo e Silas é clara: louvar a Deus nem sempre é fácil, mas é uma demonstração de fé. Mesmo quando as circunstâncias parecem estar contra nós, adorar a Deus é uma forma de declarar que confiamos em Sua bondade e poder.
Quarta Atitude: o amor sacrificial
Além da adoração, outro aspecto que agrada profundamente o coração de Deus é o amor sacrificial pelos outros. Esse tipo de amor vai além de palavras ou boas intenções – ele se manifesta em ações concretas, muitas vezes difíceis e desafiadoras. Jesus falou sobre isso quando disse: “Ninguém tem maior amor do que este: dar a vida pelos seus amigos” (João 15,13). Esse amor sacrificial reflete o próprio coração de Deus, que entregou Seu único Filho para nos salvar (João 3,16). Quando praticamos esse tipo de amor, estamos imitando o caráter de Deus e agradando profundamente a Ele.
Jesus também nos ensinou que esse amor é especialmente poderoso quando demonstrado aos mais necessitados. Ele disse: “O que vocês fizeram a algum dos meus menores irmãos, a mim o fizeram” (Mateus 25,40). Esse tipo de amor não espera nada em troca. Ele nasce de um coração transformado pela graça e misericórdia de Deus.
Um exemplo comovente de amor sacrificial é a história da viúva pobre. No templo, ela ofereceu suas últimas duas moedas – tudo o que tinha para viver (Marcos 12,41-44). Enquanto outros davam grandes quantias, Jesus viu que a oferta dela era a maior de todas. Por quê? Porque ela deu com amor, confiança e fé inabalável. Apesar de sua pobreza, ela demonstrou um coração genuíno e sacrificial, que tocou profundamente o coração de Deus.
Essas histórias nos ensinam que agradar a Deus não está ligado ao quanto temos ou ao que podemos oferecer materialmente, mas à sinceridade do nosso coração, tanto na adoração quanto no amor pelos outros. Quando louvamos a Deus em qualquer situação e agimos com amor verdadeiro e sacrificial, refletimos quem Ele é e tocamos profundamente Seu coração.
Outro exemplo inspirador de amor sacrificial é a vida de Barnabé, um dos primeiros líderes da Igreja primitiva. Ele não era apenas um seguidor de Cristo, mas alguém disposto a colocar sua fé em ação por meio de gestos concretos de amor e generosidade. Em Atos 4,36-37, lemos que Barnabé vendeu um campo de sua propriedade e entregou todo o dinheiro aos apóstolos. Esse gesto não era algo pequeno. Imagine alguém abrindo mão de uma herança valiosa, de um bem que representava segurança e estabilidade para sua vida. Ainda assim, Barnabé fez isso de coração, confiando que Deus usaria aquele recurso para suprir as necessidades da comunidade cristã.
Esse ato de amor e desprendimento não só agradou profundamente a Deus, mas também fez de Barnabé um líder respeitado entre os cristãos. Ele se tornou conhecido por sua capacidade de encorajar e apoiar os outros. Tanto que o próprio significado de seu nome, Barnabé, é “filho do conforto”. Ele era alguém que inspirava aqueles ao seu redor com palavras de ânimo e gestos concretos de apoio. Mas Barnabé não parou por aí.
A vida de Barnabé foi marcada por momentos de coragem e sacrifício pessoal. Um dos exemplos mais notáveis foi quando ele intercedeu por Paulo. Naquele momento, muitos cristãos ainda desconfiavam de Paulo, que antes havia sido perseguidor dos seguidores de Cristo. Imagine a tensão que existia! Mas Barnabé, movido pelo amor e pela confiança na transformação que Deus havia operado na vida de Paulo, colocou sua própria reputação em jogo. Em Atos 9,27, lemos que Barnabé defendeu Paulo diante dos apóstolos, testemunhando sobre a sua conversão e o seu zelo pelo Evangelho. Esse gesto abriu portas para que Paulo fosse aceito e pudesse exercer plenamente seu chamado.
Mais tarde, Barnabé deu mais um exemplo de amor sacrificial quando foi até Tarso buscar Paulo para ajudá-lo no ministério em Antioquia (Atos 11,25-26). Isso não foi um simples convite, mas uma demonstração de humildade e desejo de ver o Reino de Deus crescer. Barnabé poderia ter escolhido liderar sozinho a missão, mas preferiu buscar Paulo, reconhecendo que ele tinha dons que seriam essenciais para o trabalho. Sua disposição em compartilhar a missão, colocando o bem do Evangelho acima de qualquer ambição pessoal, é uma lição poderosa para todos nós.
O amor de Barnabé nos ensina algo profundo: agradar a Deus muitas vezes envolve usar os recursos que temos – sejam eles materiais, sociais ou espirituais – para beneficiar os outros e promover o crescimento do Reino de Deus. É um amor que se sacrifica, que se doa e que prioriza o próximo.
Mas o amor sacrificial que agrada a Deus não se limita à entrega de bens materiais ou à ajuda prática. Ele também inclui o sacrifício pessoal, a disposição de colocar os outros acima de si mesmo. Um exemplo impressionante disso é a vida de Moisés, líder escolhido por Deus para guiar o povo de Israel. Após o grave pecado do povo ao adorar o bezerro de ouro, Deus anunciou Sua ira e disse a Moisés que destruiria o povo. Imagine a cena: um povo rebelde, ingrato, que havia se afastado de Deus logo após presenciar milagres grandiosos como a travessia do Mar Vermelho. Moisés poderia ter se afastado e permitido que Deus executasse Sua justiça. No entanto, ele fez algo surpreendente.
Moisés intercedeu pelo povo de uma forma extraordinária. Ele suplicou a Deus, pedindo perdão para o povo e, se fosse necessário, chegou a oferecer sua própria vida em troca da salvação deles. Ele disse: “Agora, perdoa-lhes o pecado; se não, risca o meu nome do teu livro” (Êxodo 32,32). Moisés estava disposto a abrir mão de sua própria bênção – até mesmo de sua salvação – pelo bem do povo. Esse gesto não era apenas de coragem, mas de um amor profundo e sacrificial que reflete o coração de Deus.
Imagine o peso dessa oração. Moisés intercedeu por um povo que havia traído tanto a ele quanto ao Senhor, um povo que muitas vezes reclamava e se voltava contra ele. Ainda assim, ele escolheu amá-los e se colocar na brecha por eles. Esse gesto nos ensina que o amor sacrificial é colocar o bem dos outros acima de nossos próprios interesses.
Esse tipo de amor, demonstrado por Moisés, reflete profundamente o sacrifício de Cristo. Assim como Moisés esteve disposto a dar tudo para salvar o povo, Jesus foi além. Ele deu Sua própria vida por nós. Em João 15,13, Jesus disse: “Ninguém tem maior amor do que aquele que dá a vida por seus amigos.” E Ele viveu essa verdade até o fim. Cristo nos mostrou que o amor sacrificial é o maior reflexo do caráter de Deus.
Essas histórias – de Barnabé, Moisés e, sobretudo, de Jesus – nos ensinam que o amor sacrificial é um chamado para todos nós. Ele não se limita a grandes gestos. Pode estar nas pequenas escolhas do dia a dia: oferecer nosso tempo para ajudar alguém, perdoar quem nos feriu, ou compartilhar o que temos com quem está em necessidade. Quando agimos assim, refletimos o coração de Deus.
O que aprendemos com isso? Que agradar a Deus muitas vezes significa abrir mão de nosso conforto ou de nossas próprias bênçãos para beneficiar os outros. É um amor que se entrega, que arrisca e que dá – seja tempo, recursos, ou até mesmo a própria vida – pelo bem do próximo e pelo avanço do Reino de Deus. E, ao fazer isso, tocamos profundamente o coração do Pai, porque imitamos o amor supremo de Jesus.
Agora, pare um momento e reflita: como você pode viver esse amor sacrificial em sua vida? Que oportunidades Deus tem colocado diante de você para que você reflita esse amor em ações concretas?
Quinta Atitude que agrada profundamente ao Senhor: a Gratidão Constante.
Agora, chegamos à quinta atitude que agrada profundamente ao Senhor: a gratidão constante. Muitas vezes, essa prática passa despercebida, mas ela tem um valor imenso aos olhos de Deus. A gratidão que agrada ao Senhor não é apenas aquela que expressamos quando as coisas estão indo bem, mas é um reconhecimento contínuo de Sua bondade, mesmo nos momentos difíceis.
O apóstolo Paulo nos instrui de maneira clara: “Sejam gratos em todas as circunstâncias, pois esta é a vontade de Deus para vocês em Cristo Jesus” (Primeira Tessalonicenses 5 versículo18). É importante perceber que Paulo não está dizendo para sermos gratos por todas as circunstâncias, mas em todas elas. Isso faz toda a diferença. A gratidão verdadeira não depende do que está acontecendo ao nosso redor, mas é uma escolha consciente de reconhecer que Deus é bom, fiel e digno de confiança, mesmo quando enfrentamos desafios.
Quando praticamos essa gratidão constante, agradamos a Deus porque estamos mostrando que confiamos no Seu caráter e nas Suas promessas. É como dizer: “Deus, eu não entendo o que está acontecendo, mas sei que o Senhor é bom, que está no controle e que está comigo em tudo isso.” Esse tipo de gratidão revela uma fé sólida e um coração que descansa na soberania de Deus, independentemente das circunstâncias.
A gratidão tem um poder incrível: ela nos protege de sentimentos como amargura, inveja e descontentamento, que podem prejudicar nosso relacionamento com Deus e com as pessoas ao nosso redor. A gratidão genuína também pode restaurar nosso espírito, acalmar nosso coração e manter-nos em sintonia com a vontade de Deus.
Um exemplo muito forte disso está na história dos dez leprosos que foram curados por Jesus, descrita em Lucas 17, versículos 11a19. Jesus curou todos os dez leprosos, mas apenas um deles voltou para agradecer. Surpreso, Jesus perguntou: “Não foram dez os curados? Onde estão os outros nove?” O único que voltou para agradecer era um samaritano, alguém que, culturalmente, era visto como “de fora” do povo judeu. Por causa de sua gratidão, Jesus lhe disse: “Levante-se e vá; a sua fé o salvou.” (Lucas 17, versículo 19).
Esse homem não só foi curado fisicamente, mas também experimentou uma experiência mais profunda com Jesus, recebendo a confirmação de salvação espiritual. Essa história nos mostra o quanto Deus valoriza um coração agradecido. Gratidão verdadeira não é apenas um gesto de educação ou cortesia – é algo que vem do coração e nos aproxima ainda mais de Deus. Ela é uma forma ativa de reconhecer e celebrar a bondade de Deus em nossas vidas.
Quando agimos com um coração grato, não só estamos cumprindo a vontade de Deus, mas estamos também criando um espaço para receber mais de Sua graça e misericórdia. Cada vez que nos voltamos para Deus em gratidão, mesmo nas dificuldades, mostramos nossa confiança no Seu cuidado e Seu amor, independentemente das adversidades que possamos enfrentar.
Outro exemplo poderoso de gratidão que agrada a Deus está na vida de Daniel. Quando um decreto real proibiu qualquer pessoa de orar a outro deus além do rei, Daniel não hesitou. Ele continuou orando a Deus três vezes por dia, como de costume, ajoelhando-se e agradecendo (Daniel 6, versículo 10). A gratidão de Daniel estava tão enraizada em sua vida que nem mesmo o risco de ser lançado na cova dos leões o impediu de dar graças a Deus.
Essa atitude de gratidão de Daniel nos ensina algo profundo: a verdadeira gratidão é corajosa. Mesmo diante de perigo ou oposição, ele escolheu dar graças a Deus. Sua gratidão não apenas agradou a Deus, mas também serviu como um testemunho poderoso de sua fé inabalável. Daniel mostrou que a gratidão é um ato de resistência espiritual – um jeito de dizer ao mundo que Deus é digno de louvor, independentemente das circunstâncias.
Daniel nos ensina que a gratidão é mais do que palavras. Ela não é uma resposta automática a momentos bons, mas uma escolha consciente. Gratidão não é algo que acontece apenas quando tudo vai bem, mas é uma atitude diária, uma forma de viver que reflete nossa confiança na bondade e soberania de Deus.
Tanto o samaritano curado por Jesus quanto Daniel nos mostram que a gratidão verdadeira vai além de simples expressões verbais. Eles nos ensinam que a gratidão é, de fato, um estilo de vida. Quando escolhemos ser gratos, mesmo nas situações mais difíceis, estamos declarando nossa confiança na bondade, soberania e fidelidade de Deus. Estamos dizendo que, independentemente dos desafios ou adversidades, Deus é digno de nossa gratidão e louvor.
Conclusão
Enfrentar oposição e desafios na vida é, muitas vezes, uma oportunidade para declarar nossa fé e reconhecer a soberania e bondade de Deus em todas as situações. Quando escolhemos ser gratos, mesmo quando o mundo nos desafia ou quando as circunstâncias não são favoráveis, estamos afirmando que, não importa o que aconteça, Deus merece nossa adoração e confiança. Nossa gratidão, então, torna-se uma forma de testemunho da nossa fé e da nossa confiança em Deus, um reflexo de nossa certeza de que Ele é sempre fiel e está no controle de tudo.
Queridos irmãos e irmãs em Cristo, ao refletirmos sobre essas cinco atitudes que agradam tanto ao coração de Deus, unamo-nos agora em oração.
Oremos:
Amado Pai Celestial,
Nos colocamos na Tua presença com corações humildes e repletos de gratidão. Reconhecemos a Tua majestade, o Teu amor infinito por nós e o Teu cuidado em cada detalhe de nossas vidas. Senhor, queremos viver de um modo que alegre o Teu coração e, por isso, clamamos por Tua ajuda e graça.
Senhor, fortalece a nossa fé! Dá-nos uma confiança firme como a de Abraão, que acreditou em Tuas promessas, mesmo quando tudo parecia impossível. Ensina-nos a confiar em Ti, mesmo quando o caminho à nossa frente parece incerto ou cheio de dificuldades. Que nossa fé cresça e amadureça, especialmente em tempos de provação. Sustenta-nos, Senhor, com a Tua mão poderosa, e dá-nos coragem para dar passos de fé, certos de que Tu estás conosco em cada momento.
Ensina-nos, Senhor, a obedecer com amor. Que sigamos os Teus mandamentos, não por obrigação, mas com o coração ardente de amor, como Jesus, que encontrou força e alegria em fazer a Tua vontade. Afasta de nós todo espírito de rebelião e orgulho, e dá-nos um coração dócil como o de Samuel, sempre disposto a ouvir e obedecer à Tua voz. Ajuda-nos a compreender que os Teus mandamentos são a fonte da verdadeira liberdade e que eles nos conduzem à vida plena em Ti.
Reacende em nós a chama da verdadeira adoração, Senhor. Que sejamos como Davi, prontos para Te louvar com todo o nosso ser, seja nos momentos de alegria, seja nas horas de dor. Ensina-nos a Te adorar em espírito e em verdade, não apenas com palavras, mas com uma vida dedicada a Ti. Que nossa adoração não se limite à Missa dominical, mas que cada ato, cada decisão e cada instante do nosso dia sejam uma expressão de louvor e amor a Ti. Mesmo nas situações mais difíceis, como Paulo e Silas na prisão, dá-nos a graça de encontrar motivos para louvar e bendizer o Teu santo nome.
Senhor, derrama sobre nós o Teu amor sacrificial. Ensina-nos a amar como Cristo nos amou – com um amor que vai além das palavras e que se manifesta em gestos concretos. Dá-nos um coração como o de Moisés, disposto a interceder pelos outros, mesmo que isso custe nosso próprio conforto. Ajuda-nos a ver o próximo como Tu o vês, a amar os marginalizados, a perdoar aqueles que nos ferem e a servir os mais necessitados. Que o nosso amor não seja apenas intenção, mas se concretize em ações inspiradas pelo Teu Espírito.
Cultiva em nós, Senhor, um espírito constante de gratidão. Ajuda-nos a sermos como o leproso que voltou para agradecer a Jesus, sempre prontos a reconhecer as Tuas bênçãos em nossas vidas. Que possamos Te louvar não apenas pelas grandes graças, mas também pelas pequenas misericórdias diárias que, muitas vezes, passam despercebidas. Dá-nos a força de Daniel, que mesmo diante da cova dos leões permaneceu agradecido e fiel a Ti. Ensina-nos, Senhor, a ser gratos em todas as circunstâncias, reconhecendo a Tua bondade e Tua providência em cada detalhe de nossa história.
Pai amado, reconhecemos que sem Ti nada somos e nada podemos fazer. Por isso, confiamos no poder do Teu Espírito Santo para transformar nossos corações e guiar nossas vidas. Que, fortalecidos por Tua graça, possamos viver cada dia buscando agradar-Te, confiando em Tua bondade e caminhando como verdadeiros discípulos de Teu Filho, Jesus Cristo.
Te entregamos nossas vidas e nossas intenções, confiando na intercessão amorosa da Virgem Maria, nossa Mãe e Rainha. Que ela nos ensine a amar-Te com o mesmo coração humilde e fiel com que disse: “Eis aqui a serva do Senhor; faça-se em mim segundo a Tua palavra.”
Tudo isso pedimos em nome de Jesus Cristo, Teu Filho, que vive e reina para sempre. Amém.
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Senhor Deus, reconhecemos que sem a ação do Teu Espírito Santo somos incapazes de agradar-Te. Por isso, humildemente pedimos: enche-nos com o Teu Espírito! Transforma-nos de dentro para fora, moldando nosso coração e nossa vida segundo a Tua vontade. Que nossa fé, obediência, adoração, amor e gratidão sejam um testemunho vivo do Teu poder transformador. Que, através de nossas ações e atitudes, outros possam ver Tua glória e se sintam atraídos por Ti, ó Pai.
Faz com que cada pensamento, palavra e gesto que realizamos seja um reflexo do Teu caráter divino e uma expressão sincera do nosso desejo de agradar-Te. Obrigado, Senhor, por nos amar primeiro, mesmo sem merecermos, e por nos dar a graça de responder a esse amor. Que nossas vidas sejam uma oferta contínua de louvor e amor a Ti, buscando agradar-Te em tudo o que fazemos.
Em nome de Jesus Cristo, Teu Filho amado, que nos mostrou perfeitamente como viver uma vida que Te agrada, nós Te pedimos: transforma-nos! Amém.
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Quando incorporamos essas cinco atitudes – fé inabalável, obediência amorosa, adoração sincera, amor sacrificial e gratidão constante – não apenas agradamos ao coração de Deus, mas também experimentamos uma transformação profunda em nossas vidas e nas vidas daqueles que estão ao nosso redor. Essas atitudes nos alinham com o caráter de Deus, permitindo-nos viver de forma mais plena em Seu amor e graça.
Imagine uma vida assim: uma fé tão forte que pode mover montanhas, uma obediência a Deus que brota naturalmente de um coração cheio de amor, uma adoração que transcende qualquer circunstância, um amor pelos outros que reflete o próprio amor de Cristo, e uma gratidão que permeia até os detalhes mais simples do dia a dia. Essa é a vida que agrada a Deus: uma vida luminosa, que brilha com a glória divina e atrai os outros para o Senhor.
Que possamos buscar viver dessa forma, não por nossas próprias forças, mas sustentados pela graça de Deus. Que nossa vida seja um testemunho vivo, uma oferta contínua de louvor e amor ao Pai, para que a glória de Deus se manifeste em tudo o que somos e fazemos. Amém!
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Lembre-se de que essas atitudes – fé inabalável, obediência amorosa, adoração sincera, amor sacrificial e gratidão constante – não são apenas tarefas a serem realizadas. Elas são, acima de tudo, um convite para um relacionamento mais íntimo e profundo com o Criador de tudo o que existe. Quando começamos a cultivá-las, percebemos que estão interligadas e se reforçam mutuamente. A fé fortalece nossa obediência; a obediência aprofunda nossa adoração; a adoração nos motiva a amar o próximo; e o amor pelos outros enche nosso coração de gratidão.
Que a graça de Deus o inspire e fortaleça para viver uma vida que verdadeiramente agrade ao Seu coração. Que suas atitudes reflitam constantemente o amor e a bondade de Deus, transformando não só a sua vida, mas também o mundo ao seu redor.
Se você sente o desejo de se aproximar ainda mais de Cristo, faça agora uma oração do coração, entregando-se completamente a Ele.
Louvado seja Deus por essa decisão! Que esta oração seja o início ou o fortalecimento de uma jornada maravilhosa com Cristo. Que Deus o abençoe abundantemente!